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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Como consertar torneira / chuveiro com vazamento



Uma torneira pingando é sempre irritante, e ainda mais se acontecer de ser sua torneira do chuveiro do banheiro. Resultados não só a constante "goteira pinga-pinga" em desperdício de água preciosa, mas que pode causar um grande desconforto nos momentos em que você precisa no chão do banheiro para ser agradável e seco. Então, está substituindo a torneira do chuveiro, a única solução? Não é verdade. Você pode primeiro tentar resolver o chuveiro torneira pingando que na maioria dos casos, não resolve o problema. Aqui está como consertar um chuveiro torneira vazando.

A fixação de um chuveiro torneira com vazamento

O seguinte é a lista de material de canalização que você precisa consertar uma torneira vazando chuveiro:

* Um par de alicates

* Um conjunto de chaves de fenda

* Um pedaço de pano seco ou um pano

* Chave ajustável

* Os arruelas

* Faca de bolso

* Selante

* O-rings

* Graxa

* Os cartuchos

Depois de ter todo o material acima em mãos, você pode começar com o vazamento de fixação processo.

Instructions1. Em primeiro lugar, cortar o fornecimento de água para o chuveiro. Se você não conseguir localizar o botão para que o tubo de água particular, não importa. Cortar o fornecimento de água principal em vez.

2. Uma vez que você desligar o abastecimento de água, abrir a torneira do chuveiro e deixe a água restante no tubo de drenagem para fora através da cabeça de chuveiro. Depois de toda a água foi drenada para fora, você pode passar para a próxima etapa.

3. Agora você precisa remover o manípulo da torneira. Todos torneiras tem um parafuso, que pode ser superficial ou dissimuladas. Olhe ao redor e localize o parafuso alça. Usando a chave ajustável, gentilmente desapertar a torneira. Prender a ponta da chave com alguma fita adesiva pode contribuir para proteger a torneira do desenvolvimento de marcas de arranhões.
  
4. Depois de ter removido o cabo, inspecioná-lo cuidadosamente. Use o pano seco para limpar o interior da alça e remover todos os vestígios de sujeira acumulada e sujeira.

5. Agora inspecionar o interior da torneira. Na maioria dos casos, o vazamento é causada devido a:

* Desgastado anilhas de borracha

* Desgastado O-rings

* Válvulas soltas

* Desgastado rosqueamento

* Larga escala desgaste dos componentes internos.

6. Vamos dar uma olhada em todos esses fatores possíveis, um por um. Primeiro inspecionar a válvula. Se você encontrá-lo um pouco solto, tente apertá-lo com a ajuda de um alicate. Volte a ligar a torneira, aperte-o e testar a torneira. Se o vazamento parou, seu trabalho está feito, então passar para a próxima etapa.
 


7. Inspecione o anel de borracha. De qualquer experiência encanamento pouco que eu tenho, eu tenho visto que a maioria dos vazamentos de torneiras são causados
​​por anilhas desgastadas e fios. Basta olhar para a máquina de lavar se lhe dará uma boa idéia se ele está em boas condições ou não. Substituir a anilha desgastado por um novo do mesmo tamanho e espessura.

8. Se você achar que o segmento tem afrouxado ou está desgastado, removê-lo e substituí-la por tópicos encanamento regulares. Certifique-se de envolvê-la firmemente ao redor do tronco ou então ele pode se envolver com alguns outros componentes internos.

9. Em seguida, você deve examinar o O-ring. Substitua-o por um novo se ele aparece desgastado.

10. Para a boa medida, aplicar uma demão de selante sobre as roscas da válvula, enquanto colocá-lo de volta no lugar. Além disso, aplicar uma fina camada de graxa ou vaselina sobre os tópicos de a torneira antes de atarraxar-lo novamente.

11. Esperar durante cerca de uma hora ou menos, de modo que o vedante fica tempo suficiente para secar. Ligue o chuveiro e inspecionar se o vazamento ainda persiste. Se você achar que ainda há um pouco de fuga, é aconselhável que você ter a ajuda de um encanador profissional para reparos posteriores.

Essas foram algumas dicas para consertar uma torneira vazando chuveiro. Independentemente de você ter um identificador único ou de dois chuveiro torneira punho, o processo básico continua o mesmo
Fonte: http://ajustarrapida.blogspot.com.br

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Execução do Piso Intertravado



Execução do piso Intertravado.

Estas sugestões destinam-se a fazer você ter uma ideia da obra, têm como objetivo servir de apoio às obras de pavimentação com blocos pré-moldados de concreto.

Não substituem e nem dispensam o projeto de pavimentação que deverá ter, no mínimo, o dimensionamento do pavimento para as condições dadas e as especificações de materiais e execução.
 

Confeccionar os blocos

Confeccionar os blocos para piso de concreto com a adição de 1 parte de Pó Xadrez para cada 5 partes de cimento durante a homogeneização da massa, confeccionar o piso nas formas e dar a cura antes de aplicá-lo.

Na hora da compra repare na  qualidade e faça o teste do som

Pegue duas pecas e bata uma contra a outra.
As peças compactas (resistentes) produzem sons mais estridentes(som metálico).

Já as peças fracas, porosas, produzem sons suaves (sons chocos).

Espessura das peças de concreto

: recomendações (PCA)

• 60 mm para tráfego leve
• 80 mm para tráfego de veículos comerciais e outros veículos pesados
• 100 mm ou 120 mm para situações de tráfego muito pesado

Niveis

Os confinamentos podem estar no nível da superfície do pavimento ou acima dele.

A condição ideal é que o confinamento seja de parede vertical no contato com os blocos intertravados. Deverão ser de concreto de boa qualidade e bem acabados.

Por essa razão, é desejável que sejam pré-moldados ou moldados no local, devendo ser normalmente fabricados com concreto de resistência característica à compressão simples (fcK), medida aos 28 dias de idade, igual ou superior a 25 MPa.


   
Colocação de confinamento externo (meio-fio)

Devem estar firmes, sem que corram o risco de desalinhamento, e com altura suficiente para que penetrem na camada de base.

Quando o confinamento interno estiver junto a um dispositivo de drenagem do pavimento, deverão ter paredes drenantes, ou seja, atravessadas por tubos de 12 mm de diâmetro a cada 25 cm, colocados ao nível da camada de areia de assentamento dos blocos, tomando-se o cuidado de protegê-los com uma manta para evitar a fuga da areia.
 
 
Confinamento


O pavimento intertravado deverá obrigatoriamente ter contenções laterais que evitem o deslizamento dos blocos, seja pelos procedimentos de compactação durante a construção seja pelo tráfego durante sua vida útil, mantendo a continuidade da camada de blocos de concreto evitando a separação entre eles e a perda do intertravamento.

O confinamento é, portanto, parte fundamental do pavimento intertravado.

Há dois tipos de confinamento:
o externo, que rodeia o pavimento em seu perímetro (normalmente sarjetas e meios-fios) e o interno, que rodeia as estruturas que se encontram dentro dele (bocas de- lobo, canaletas, jardins etc).

Devem ser construídos antes do lançamento da camada de areia de assentamento dos blocos de concreto, de maneira a colocar a areia e os blocos dentro de uma “caixa”, cujo fundo é a superfície compactada da base e as paredes são as estruturas de confinamento.
Encontro do pavimento intertravado



No encontro do pavimento intertravado com outro tipo de pavimento ou com uma via sem pavimentação, deverá ser construída uma viga de confinamento, de concreto, com largura mínima de 15 cm e altura suficiente para penetrar, no mínimo, 20 cm abaixo da camada de areia de assentamento dos blocos.

No caso de construção do pavimento por faixas, devem-se construir confinamentos longitudinais que podem ser definitivos ou provisórios.

Os definitivos terão as mesmas características das vigas de concreto construídas nos encontros com outros tipos de pavimentos; os provisórios poderão ser constituídos por um caibro de madeira rígido ou perfil de aço, que vai sendo retirado à medida que a colocação dos blocos avança.

 Vídeo de execução de Piso intertravado no link abaixo:
Fonte: www.fazfacil.com.br

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Como Construir Escadas

Escada helicoidal na Residência Olivo Gomes (1949), de Rino Levi, em São José dos Campos (SP).  Para calcular a escada, é preciso considerar a altura e comprimento dos degraus           Escada helicoidal na Residência Olivo Gomes (1949), de Rino Levi, em São José dos Campos (SP). Para calcular a escada, é preciso considerar a altura e comprimento dos degraus


As escadas são elementos construídos com a finalidade de ligar locais com diferenças de níveis. Certamente estão entre os elementos mais antigos das construções e diariamente temos de lidar com elas. As escadas podem ser feitas de vários materiais diferentes e apresentar inúmeros formatos. Podem ser compostas de alguns poucos degraus ou ligar diversos andares de um prédio, por exemplo.
Para começarmos a entender como funcionam as escadas, primeiramente devemos nomear as suas partes. As escadas são compostas por degraus. Cada degrau é composto pelo piso (ou passo, ou, ainda, pisada), a parte plana onde pisamos, e pelo espelho, a parte vertical. As ditas escadas vazadas são destituídas desse elemento vertical entre um piso e outro e, dessa forma, é possível ver através delas. Ainda assim, a distância entre cada degrau é chamada de espelho.

Pisos e espelhos

A importância de se entender o que é piso e o que é espelho está no fato de que as escadas devem ser calculadas na fase do projeto de qualquer construção e, para isso, devemos dividir a diferença de nível entre os andares que a escada ligará pela altura do espelho. O resultado da conta é o número de degraus que a escada terá.
Os códigos de obra das cidades versam sobre o assunto, mas podemos destacar algumas medidas básicas para construir uma escada confortável.
Largura – a não ser em casos muito específicos, uma escada com menos de 80 cm pode ser muito estreita e de difícil circulação. Principalmente se ela estiver entre duas paredes altas. A partir de 90 cm as escadas se tornam confortáveis. A partir de 1,20 m de largura duas pessoas podem usar a escada juntas.
Patamares – os patamares são os momentos em que o ritmo dos degraus é interrompido. Isso geralmente acontece quando há uma mudança de direção, como nas escadas em “L”, ou em forma de “U”. Nestes casos, recomenda-se que o patamar tenha pelo menos a mesma largura da escada para não prejudicar a passada. Os patamares podem surgir ainda como forma de descanso em escadas muito longas. Nesse caso, o cálculo deve prever a medida de um número inteiro de passos no patamar para que a escada seja, de fato, confortável. Em determinados locais proíbe-se a construção de escadas com mais de 17 degraus sem um patamar intermediário.
Altura do espelho – uma altura confortável para o espelho é de cerca de 10% da altura das pessoas, ou seja, entre 16,5 cm e 18 cm em média.
Comprimento do piso: Não deve ser inferior a 25 cm para que os nossos pés caibam confortavelmente e o ideal é que fique entre 27 cm e 30 cm.

Fórmula infalível

Existe uma fórmula bastante útil para calcularmos as escadas:
2 x Espelho + Pisada = 64 cm ou 65 cm
Como exemplo, temos uma escada ideal com espelho de 18 cm e pisada de 28 cm. Assim: 2 x 18 + 28 = 64.
Podemos então notar que quanto menor for o espelho, maior deverá ser o piso e vice-versa. A questão é que esta fórmula está ligada ao tamanho médio de um passo das pessoas. Admitem-se variações dessas medidas, mesmo porque as pessoas não têm o mesmo tamanho, mas quanto mais distante dessa fórmula ideal, maior é a probabilidade das pessoas muito altas ou muito baixas se sentirem desconfortáveis.
Todos os degraus de uma escada devem estar equidistantes uns dos outros, ou seja, os espelhos devem ter sempre a mesma altura sob pena de se tropeçar ao subir ou ao descer. Nosso cérebro se acostuma com a altura dos primeiros degraus e se programa para os próximos. É por isso que conseguimos subir ou descer uma escada no escuro sem tropeçarmos.
Devemos ainda lembrar que uma questão importante ao falarmos de escadas é a segurança. Escadas com pisos muito estreitos, com degraus de alturas variáveis ou com revestimentos escorregadios podem provocar acidentes. Outro fator importante é o uso de guarda-corpos e corrimãos. Apesar de poderem ser prescindidos em casos específicos, auxiliam bastante no equilíbrio e aumentam a segurança.
É importante notar que mais do que um mero elemento de ligação entre dois níveis distintos de uma construção, as escadas podem ser elementos escultóricos ou decorativos. Cada espaço pede uma solução específica e no próximo artigo falaremos dos diversos formatos possíveis de escada, bem como dos materiais que podem ser empregados na sua construção
 
Fonte:http://casaeimoveis.uol.com.br

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Dicas para fazer textura em parede.


A texturização em paredes está se tornando cada vez mais comuns, além de bonitas, criativas, fáceis de fazer, elas são também baratas.
A textura oferece diversas opções de combinação, sem contar que “cai bem” com qualquer ambiente, desde um quarto até uma parede de escola.
É muito comum entrarmos em uma casa e depararmos com uma ou duas paredes com textura, mas para quem não quer todas as paredes com esse efeito existe a opção de trabalhar apenas uma parede da sala, do quarto. Você pode fazer a textura do jeito que quiser, na cor que quiser, e no formato que quiser, basta usar a imaginação.
Para quem pensa que é um bicho de sete cabeças fazer a texturização, está muito enganado. As ferramentas usadas são facilmente encontradas nas lojas de material para construção ou tintas.
Se você não dispões de dinheiro para contratar um profissional para fazer a textura da sua parede, você mesmo pode comprar o material e fazer o trabalho. Aqui você vai encontrar o passo a passo para fazer textura em paredes.
textura2 Passo a Passo para Fazer Textura em Paredes
A textura destaca o ambiente

Passo a passo da textura:

1 – Remova as partes soltas ou mal aderidas da parede, lixando e escovando a superfície;
2 – Após lixar, elimine o pó com pano levemente umedecido. Em seguida aplique uma demão de Eucatex Fundo Preparador de Paredes;
3 – Aplique o Eucatex Acrílica Riscadas em áreas de aproximadamente 2 metros quadrados, com uma desempenadeira de aço.
Deixe uma camada uniforme de textura;
4 – Para criar o efeito riscado da textura, use uma empenadeira de plástico, fazendo alguns movimentos horizontais e verticais;
5 – Após secar totalmente a textura, o que demora, em média, 24 horas, a superfície estará pronta para receber uma demão de Eucatex Gel Envelhecedor diluída em água, conforme recomendação da embalagem;
6 – Para aplicar o gel faça faixas de 40 cm, utilizando um rolo de lã.
Observação: não aplique em faixas maiores para evitar que a secagem dificulte a criação do efeito desejado;
7 – Com um tecido umedecido e limpo, retire o excesso de gel, deixando as depressões com maior quantidade de produto.
Use tecidos de algodão, pois eles soltam menos pêlo;
8 – O excesso de texturas em todas as paredes internas deixa o ambiente sem equilíbrio.
Escolha uma ou duas paredes para aplicar a textura e nas demais utilize um acabamento sofisticado e elegante.
Agora que você já sabe o que precisa para fazer a textura de suas paredes, mãos a massa.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Reboco de parede


 

Camada de revestimento utilizada para cobrimento do emboço, propiciando uma superfície que permita receber o revestimento decorativo ou que se constitua no acabamento final.
O reboco (acredita-se que do árabe “rabuq”) é um tipo de argamassa com que se alisam as paredes, preparando-a para receber a cal ou a pintura.
Em cerâmica, também denomina a substância com que se reveste o interior de um vaso, impermeabilizando-o.
Mais recentemente, os revestimentos exteriores dos edifícios têm sido objecto de grandes inovações.
Entre elas existe o reboco térmico pelo exterior que visa eliminar as pontes térmicas formadas pela existências dos elementos estruturais, tais como pilares e vigas.
O reboco dá proteção externa às paredes, sejam elas de que material forem – tijolo comum, tijolo furado, bloco de concreto, etc – evitando infiltrações da chuva que porventura possam vir a prejudicar a vida útil do material e o aparecimento de mofo por exemplo.

Caraceristicas

O reboco, ou emboço como preferem alguns, é o revestimento que irá determinar o acabamento de uma obra.
Os rebocos só deverão ser executados depois da colocação de peitoris e caixões de portas e janelas.
A espessura do reboco não deve ultrapassar a 10 mm.
Deverá ser executado com argamassa 1:2:6 cimento, caulim e areia fina, devidamente camurçado.

Por que toda essa importância dada ao reboco?

Porque é ele quem esconde todos os defeitos (erros) que comumente aparecem no levantamento das alvenarias.
Experiências mostram que o traço (receita) mais indicado para rebocos externos e/ou internos é 1:2:9 (cimento:cal: areia média lavada) + aditivo impermeabilizante no caso das paredes externas.
Recomenda-se que o primeiro item a ser levado em conta, não seja o preço mas sim a origem e qualidade da areia.
Não devemos esquecer que o barato sai caro, principalmente na questão dos rebocos. Quem já teve que refazer rebocos por causa desses defeitos, sabe muito bem o transtorno que é. E quanto custa.
Ele serve também para dar proteção externa às paredes, sejam elas de que material forem – tijolo comum, tijolo furado, bloco de concreto, etc – evitando infiltrações da chuva que porventura possam vir a prejudicar a vida útil do material e mesmo prejudicar a saúde do morador.
Em virtude disso é muito importante dar o devido cuidado à execução do reboco. Principalmente na dosagem dos aglomerantes (cimento e/ou cal) e na qualidade dos aglomerados (areia em suas diversas granulometrias).
Um reboco com muito cimento, é um reboco muito rígido, pouco flexível, pouco elástico o que pode vir a causar micro fissuras, dando o aspecto de mapas. É preciso saber dosá-lo para evitar essa patologia.
Se o reboco tem pouca cal também pode apresentar o mesmo tipo de patologia acima descrita. Daí a necessidade de saber combiná-la adequadamente com o cimento.
A areia usada também influencia na resistência e no aspecto final do reboco. É preciso tomar muito cuidado com as areias saibrosas, que provocam o mesmo tipo de patologia: fissuras do tipo mapas com posterior desagregação da massa. Mas não devemos descuidar-nos das areias lavadas, pois elas necessitam de algum material (aglomerante) que lhes dê suficiente liga a fim de que possam ser utilizadas sem nenhum inconveniente.
Outro item importante é o aditivo utilizado para evitar a penetração da água da chuva, ou seja, o impermeabilizante indicado para essa função.
Esta questão nem sempre é levada a sério e a conseqüência imediata é o aparecimento de manchas de umidade internamente e desagregação do reboco externamente.

Revestimento completo

O revestimento de uma parede é constituído por três camadas (chapisco, emboço e reboco).
- O chapisco é necessário para promover a aderência do emboço, evitando que o mesmo se solte.
- O emboço é a camada de regularização da superfície, não devendo ser superior a 2cm.
- O reboco tem pequena espessura, sendo uma camada fina que serve para preparar a superfície par receber o acabamento final, lixamento, tinta base e pintura.
O chapisco serve neste caso para promover uma melhor ligação entre as partes e evitar o descolamento.
Quanto maior for o contato das argamassas com o substrato de superfície rugosa, melhor será a ancoragem, e portanto, uma boa resistência de aderencia.

Pintura sobre reboco

Antes de iniciar a pintura sobre um reboco novo, aguarde até que o mesmo esteja seco e curado, o que demora cerca de 30 dias.
Se a tinta for aplicada sobre reboco mal curado, provavelmente a pintura descascará, porque a impermeabilidade da tinta dificultará a saída da umidade e as trocas gasosas necessárias à carbonação (cura) do reboco, sem o qual este tende a esfacelar-se sob a película da tinta, causando o descascamento.
Rebocos Fracos (pouco cimento) apresentam superfícies pouco coesas, fato que pode ser verificado ao esfregar-se a mão sobre o reboco, constatando-se a existência de partículas soltas (grãos de areia).
Neste caso, recomenda-se aplicar uma demão de Fundo Preparador de Paredes.
Este produto aumenta a coesão da superfície, fixando as partículas soltas.

O reboco mais comum



Reboco (massa fina). Esta camada deve ser o mais fina possível
- 1 lata de cimento
- 2 latas de cal
- 9 latas de areia fina peneirada
Rendimento por lata de cimento 35 m² parede
Obs: a lata de medida deve ser de 18 litros

Aplicação

1- Aplique uma camada de 3mm a 5mm de espessura, com uma desempenadeira adequada (madeira ou PVC).
2- …o acabamento deve ser feito com o material ainda úmido, o qual deverá ser desempenado com desempenadeira adequada de madeira ou PVC…
3 – …a seguir feltrado (camurçado) com desempenadeira munida de feltro ou espuma de borracha.
 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Como Construir Muros

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Este folheto, desenvolvido e produzido sob orientação da ABCP - Associação Brasileira de Cimento Portland fornece informações úteis para orientá-lo na construção ou reforma de sua casa. Qualquer construção ou reforma exige a participação de um profissional habilitado, responsável pelo projeto e pela execução da obra. Procure a Prefeitura de sua cidade e/ou o CREA, para obter mais informações a respeito.
Muros e Calçadas:
Dica: Comece sempre pela limpeza da faixa onde o muro e a calçada vão ser construídos (retire o lixo, vegetação e solo fraco) e marque a área com piquetes de madeira. O ideal é fazer o muro e a calçada ao mesmo tempo. Faça a fundação do muro e o contrapiso da calçada. Depois, levante o muro e, por fim, faça o piso da calçada.
Importante: Antes de levantar os muros de divisa e fazer a calçada (passeio) da frente do seu terreno, consulte a Prefeitura para saber os alinhamentos corretos e se existem exigências a serem atendidas (altura do muro, largura da calçada).
Os muros podem ser feitos com blocos de concreto de 10 cm x 20 cm x 40 cm.O sistema de placas de concreto pré-moldadas também pode ser usado. Sua execução é rápida.
A construção do muro começa pela abertura da vala da fundação. Sua profundidade vai depender da altura do muro e do tipo de solo do terreno.
Em alguns casos é necessário usar brocas. Os muros de blocos de concreto devem ser subdidivididos em trechos de comprimento máximo de 2,80 m (7 blocos de 40 cm). Entre cada trecho deixe um espaçode 20 cm onde será feito um pilarete de concreto armado,para travamento do muro.
O fundo da vala deve ser bem compactado. Coloque uma base de concreto magro de 5 cm e encha o restante da vala com concreto normal (baldrame).
Dica: Veja a tabela Concreto para fundação.
















Se o muro for de blocos de concreto, deixe no concreto da fundação as pontas de ferro (esperas) para os pilaretes de travamento do muro. Cada pilarete leva 4 barras de ferro de 8 mm de bitola, amarradas com estribos de 6 mm de bitola.
 

 
DICA:
Cada trecho de muro com 2,80 m de comprimento e 2 m de altura precisa de 70 blocos de concreto.
 








Levante os blocos de cada trecho do muro da mesma forma que as paredes da casa . Em seguida, feche os espaços de 20 cm entre os trechos do muro com duas tábuas, que vão funcionar como forma para a concretagem dos pilaretes.

 
Em muros com mais de 2 m de altura é preciso fazer uma cinta de concreto armado, a meia altura do muro, em toda a sua extensão, armada com duas barras de ferro de 8 mm de bitola. Essa cinta pode ser feita com blocos- canaleta.
 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Como Instalar forro de Pvc

 


Providencie os equipamentos. Além dos PVC- luvas, capacete, óculos e protetores auriculares -, as ferramentas e materiais necessários à instalação de forros de PVC são:escada, furadeira, parafusadeira, batedor de nível, serrinha, martelo, estilete, tesoura de aviação, trena, lápis, mangueira de nível, extensão, lixadeira, parafusos e pinos, além de pistola finca-pino (que requer habilitação) ou de furadeira elétrica.
Passo A passo
  • Se o forro for instalado junto ao teto, apenas os perfis transversais às lâminas de forro serão necessários
  • Sendo rebaixado do teto, utilize um espaçamento
  • Em seguida, instale as cantoneiras em todas as paredes do ambiente que será forrado (roda-forro), cortando os cantos em 45 graus – meia esquadria
  • Quando as lâminas forem menores do que o comprimento que será forrado, utilize a emenda para possibilitar a instalação
  • Antes de iniciar a colocação das lâminas de forro, defina a posição das luminárias e equipamentos que serão colocados junto a ele.
  • Recorte a primeira lâmina com comprimento de 1 cm menor que o vão onde o forro será instalado .
  • Inicie a colocação das lâminas de forro observando os seguintes pontos:
  • A face com a identificação do forro deve estar voltada para a cobertura;
  • A lateral “macho” A do encaixe da primeira lâmina deve ser introduzido na cantoneira B (roda forro), permitindo que a borda de fixação fique disponível para ser fixada.
  • Para tramas de sustentação de madeira, utilize pregos de 12 x 12; para estrutura em metalon, utilize rebites ou grampos
  • Para colocar a última lâmina, corte-a com 2cm menor do que o comprimento onde o forro será instalado
  • A largura da última lâmina deverá ter a medida do fundo da cantoneira até o fundo do engate fêmea da lâmina anterior menos 1cm
  • Com o lado cortado voltado para a cantoneira, encaixe as duas extremidades da lâmina nas cantoneiras laterais, mesmo que ela fique sobreposta à lâmina anterior.
  • Encaixe o forro até o final da cantoneira. Com o auxílio de uma chave de fenda, fixe o engate macho no engate fêmea da lâmina anterior

Cuidados que você deve tomar com os forros de PVC.

  1. Deixar sempre uma abertura para que não se forme entre o telhado e forro um bolsão de ar quente, que pode provocar o empenamento.
  2. Deixar também uma abertura quando instalar aparelhos que gerem calor, para que este possa dissipar-se.
  3. Não expor o forro diretamente à luz solar.
  4. Não instalar em locais onde existam agentes químicos que possam emanar gases.
  5. Para limpeza utilizar somente água e sabão.
Fonte:http://lojadorevestimento.wordpress.com

sábado, 6 de outubro de 2012

Instalações Hidrossanitárias

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Este folheto, desenvolvido e produzido sob orientação da ABCP - Associação Brasileira de Cimento Portland fornece informações úteis para orientá-lo na construção ou reforma de sua casa. Qualquer construção ou reforma exige a participação de um profissional habilitado, responsável pelo projeto e pela execução da obra. Procure a Prefeitura de sua cidade e/ou o CREA, para obter mais informações a respeito
 
Instalações Hidro-Sanitárias:

Água
Nesta etapa, o ideal é contar com a ajuda de um encanador (bombeiro). Primeiro monte o cavalete para a ligação do medidor de água. As lojas de material de construção têm cavaletes prontos (kits). Em seguida, coloque a caixa d’água no ponto mais alto da casa. Agora faça a ligação do cavalete até a caixa d’água. Não se esqueça de colocar uma bóia com registro, uma saída para limpeza e um ladrão na caixa d’água. Feito isso, desça
com a tubulação da cozinha, do tanque e do banheiro. Lembre-se de colocar um registro na saída dessas tubulações. Para o vaso sanitário,existem vários sistemas de descarga. Pergunte ao encanador (bombeiro) qual é o melhor para a sua casa. Ele também vai saber como deve ser feita a instalação.
 
Esgoto:

Aqui também o ideal é contar com a ajuda de um profissional. Se a sua rua não tiver rede de esgoto, faça uma fossa séptica com sumidouro no local mais baixo do terreno e mais afastado da casa. O vaso sanitário é ligado com um tubo de 100 mm à caixa de inspeção. O ralo sifonado do chuveiro, o tanque, a pia e o lavatório são ligados com tubo de 40 mm.
 




 












Para evitar mau cheiro, faça um respiro, após o ralo sifonado, subindo um tubo de 40 mm até o telhado. A saída da caixa de inspeção para a fossa séptica também é feita com tubo de 100 mm.
 
Louças e metais:
A maioria das lojas de material de construção tem vários tipos de vasos ou bacias sanitárias, lavatórios, pias, tanques, torneiras, sifão e ralos. Siga as instruções do fabricante para colocar as louças e metais. O encanador (bombeiro) também sabe como instalar essas peças.
 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

MODO DE ASSENTAMENTO DE PISO DE CONCRETO INTERTRAVADO


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Como fazer o assentamento
1o)- Passo - Nivelar, uniformizar a área onde será assentado o piso intertravado.
MDS Pavimento - VENDA DE PISO SEXTAVADO, PISOS DE CONCRETO, PISO INTERTRAVADO, RAQUETE, DESESSEIS FASES, RETANGULAR, ELE, PISO GRAMA, PISO COLORIDO

2o)- Passo - Compactar a área, em partes pequenas pode-se usar soquete, em áreas maiores, é preciso o auxílio de placa vibratória ou rolo vibro compactador.
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3o)- Passo - Instalaçao das guias de concreto para confinamento do pavimento intertravado.
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4o)- Passo - Colocaçao da Brita no caso de tráfego pesado ou Pedrisco para tráfego médio, que pode ser espalhada com carrinho manual ou pá carregadeira em grandes áreas, deixando uniforme,e em seguida compactar.
 
 5o)- Passo - Colocaçao de areia ou pó de pedra que para tráfego leve já se coloca após a compactaçao do solo dispensando Brita ou Pedrisco deixando uma camada de 3 a 5 cm.
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6o)- Passo - Inicie o assentamento das peças do piso intertravado por uma das extremidades, havendo a necessidade de recorte deve ser executado por ferramentas como Makita ou Policorte.
 
7o)- Passo - Constantemente verifique o nível e ajuste as peças com um martelo de borracha.

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8o)- Passo - O rejuntamento é feito com areia ou pó de pedra (peneirada), com compactaçao final dará o intertravamento necessário.

MDS Pavimento - VENDA DE PISO SEXTAVADO, PISOS DE CONCRETO, PISO INTERTRAVADO, RAQUETE, DESESSEIS FASES, RETANGULAR, ELE, PISO GRAMA, PISO COLORIDO

9o)- Passo - Ao final retire o excesso do material com uma vassoura.

MDS Pavimento - VENDA DE PISO SEXTAVADO, PISOS DE CONCRETO, PISO INTERTRAVADO, RAQUETE, DESESSEIS FASES, RETANGULAR, ELE, PISO GRAMA, PISO COLORIDO

OBS- Para Pisograma é aplicado o mesmo processo para tráfego leve, com os complementos de terra, grama e peças especiais colocadas nos trechos de percurso de pedestres ou veículos.

Calçadas
Os pisos intertravados de concreto apresentam o sistema ideal para a pavimentaçao de passeios públicos pois além de bonitos sao fáceis de colocar e permitem fácil manutençao, ou seja, se alguma concessionária precisar acessar o sub-solo, basta retirar com cuidado o piso e recolocá-lo após o conserto.A colocaçao do piso de concreto intertravado é muito rápida, liberando rapidamente o acesso aos pedestres e sua textura apresenta um ótimo conforto de rolamento e uma superfície antiderrapante, evitando acidentes.

Pavimentaçao de vias
Os pisos de concreto intertravados também podem ser usados para pavimentaçao de vias públicas, no leito carroçável, desde que dimensionados para tal. Deve ser feito um projeto de dimensionamento que levará em consideraçoes o tráfego e a frequencia, definindo assim o material da sub-base e a espessura do piso,que pode ser 6,8 ou 10cm.A pavimentaçao de vias em piso intertravado tem aspecto muito aconchegante e sao perfeitas para ruas de condomínios ou conjuntos habitacionais. Além disso, os pisos intertravados apresentam maior durabilidade que o asfalto, desde que bem executados, proporciona maior segurança em trechos com rampas ou curvas, principalmente quando a pista estiver molhada.Possui ainda grande poder de difusao da luz solar ou artificial, apresentando menor temperatura superficial durante o dia e melhor condiçoes de visibilidade á noite. O piso de concreto intertravado é considerado ecologicamente correto, pois possui grande capacidade de permeabializaçao, permitem a perfeita drenagem das águas da chuva e, ao mesmo tempo, evitam a impermeabilizaçao do solo, pois as juntas entre as peças possibilitam a infiltraçao de uma parcela das águas incidentes, amenizando desta forma, o impacto ambiental.

Principais vantagens da utilizaçao dos piso de concreto intertravados
* Podem ser retirados e re-colocados, permitindo consertos subterrâneos em calçadas e vias, sem remendos;
* Tem uma variedade de formatos e cores que permitem uma gama de projetos;
* Sao ecologicamente corretos;
* Fácil assentamento;
* Extremamente duráveis;
* Antiderrapante.

Produtos normatizados
A compra de materiais dentro das normas técnicas pelos órgaos públicos é garantida por lei. Assim sendo, quando comprovado que o material entregue em uma obra pública nao é normatizado, ou seja nao atente as normas, este dever á ser trocado imediatamente.
 
Fonte:http://www.mdspavimentacao.com.br

Terraplenagem - Tipos de Terra ou Solo

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terra
Todos ficam na dúvida quando o assunto é o tipo de terra ou tipo de solo presente em um terreno. Tanto na hora de adquirir um terreno quanto na hora de construir, é importante saber onde você estará implantando sua construção. Qual a permeabilidade, resistência à eroção, estabilidade, entre outras informações, são fatores muito importantes para decidir que tipo de fundação ou estrutura aplicar na sua construção.
Neste artigo, vamos falar um pouco sobre os tipos de solo, suas aplicações e características.
Normalmente a terra é composta por vários elementos mas basicamente são divididos em:
  • Matéria orgânica;
  • Minerais;
  • Gases;
  • Água.

Composição

O solo que escavamos é a camada mais superficial da crosta da terra e pode ser dividida em camadas:
  • Primeira: Camada vegetal, rica em detritos de origem orgânica (humos). É a mais fértil e recomendada para utilização em plantio;
  • Segunda: Camada dos sais minerais, subdividida em:
    1. Calcário: Corresponde de 7 a 10% desta camada;
    2. Argila: De 20 a 30% da camada, composta por caolinita, caulim e sedimentos de feldspato;
    3. Areia: de 60 a 70% da camada, responsável por permitir a passagem de água e ar.
  • Terceira: Camada das rochas parcialmente decompostas e sedimentos;
  • Quarta: Rochas em início de decomposição.
Camadas do solo

Tipos de solo

Solo arenoso

Solo formado na sua maioria por grãos de tamanho entre 2mm e 0,075mm (principalmente por cristais de quartzo e oxido de ferro no caso de solos de regiões tropicais). Os solos arenosos têm ótima aeração e permeabilidade devido aos grãos maiores e com espaços entre si, o que permite maior passagem de água e ar entre eles. Plantas e microorganismos vivem com mais dificuldade, devido à pouca umidade. O solo arenoso possui teor de areia superior a 70%.

Solo argiloso

Não são tão arejados ou permeáveis como os solos arenosos e por isso armazenam mais água. Menos permeáveis, a água atravessa-o lentamente, estando armazenada neste período.
Este solo forma grãos semelhantes ao pó-de-café, similar ao solo arenoso. Os grão de argila são menores e bem próximos uns dos outros, dificultando a passagem da água e do ar.

Solo siltoso

O silte é todo e qualquer fragmento mineral ou de rocha menor que areia fina e maior do que argila. Como é difícil diferenciar o silte da argila a olho nu, deve-se analisar a plasticidade, sendo que na argila é maior que no silte, onde é pouca ou nula. O silte também é conhecido como areia de pedra.
Solos siltosos são muito erosíveis pois suas partículas não se agregam, são pequenas e leves.

Solo humífero

Solo geralmente fértil pela presença de humos mais indicado para plantações. Geralmente tem 10% de húmus quanto ao total de partículas sólidas. Os húmus presentes dão coloração escura ao solo, em geral, e contribuiem para retenção de água e sais minerais e aumentando a porosidade e aeração.
O tamanho dos grãos são variados e diversificados; a permeabilidade ocorre de acordo com o tipo de grão presente.

Solo Calcário

Como o próprio nome sugere, a quantidade de calcário nesse solo é maior que nos outros citados anteriormente.
Além de poder ser retirado dele um pó branco amarelado utilizado na fertilização de solos para agricultura, também é deste solo que se obtém a matéria-prima para a fabricação de cal e do cimento.
 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Confira 7 dicas para pintar as paredes da casa sem erros



Quer mudar o visual da casa e não sabe como? Que tal trocar a cor das paredes? Se estiver disposto e quiser economizar, você mesmo pode ser o pintor. Para não errar, confira sete dicas mencionadas pelo designer de interiores Fábio Galeazzo em seu livro Pequenas Mudanças, Grandes Transformações - Soluções Criativas para Decorar seu Lar e Gastar Pouco (Editora Alaúde, 64 p., R$ 9,90):

1 - A lista de materiais conta com lixa n° 150, lona plástica, fita-crepe, rolo de pintura, caçamba para tinta, tinta, massa corrida, gesso, misturador, trincha e espátula;

2 - Para saber a quantidade de tinta necessária, é preciso calcular o tamanho da área a ser pintada. Meça a parede e multiplique pela altura do pé-direito (altura do chão ao teto). Em seguida, multiplique essa metragem pelo número de demãos (normalmente, duas a três). O resultado da equação determina a metragem total. Algumas latas de tinta indicam a área que aquela quantidade cobre. Os vendedores também podem auxiliar a calcular a partir da metragem a ser pintada;

3 - A cor da tinta na parede pode ficar diferente da que consta no catálogo. Antes de comprar uma lata, a dica é adquirir ¼ de galão e testar em uma pequena área;

4 - Forre o piso com a lona, retire os espelhos dos interruptores, cubra os móveis e proteja com fita-crepe as maçanetas, os rodapés e os batentes. Passe a massa corrida sobre a fita-crepe para impedir que a tinta penetre e use uma espátula para remover o seu excesso;

5 - Tampe os buracos superficiais da parede com massa corrida, usando uma espátula, e tampe os orifícios mais profundos com gesso. Deixe secar por 20 minutos e passe a lixa n° 150;

6 - Mexa a tinta com a trincha e pinte com cuidado uma faixa horizontal rente ao teto. Com um rolo, dê cor ao restante da parede seguindo sempre a posição vertical. Espere que a tinta seque totalmente antes de passar a próxima camada;

7 - Se quiser que a parede tenha faixas coloridas, trace-as com fita-crepe. Escolha uma cor para ser a predominante e alterne com tonalidades harmônicas ou branco. Comece cobrindo com tinta uma parte sim e outra não. Espere secar totalmente e retire a fita. Com uma nova tira adesiva, cubra delicadamente a borda já pintada. Pinte os espaços restantes. Um pincel fininho dá o acabamento entre as cores.
 
Fonte: http://vidaeestilo.terra.com.br                                 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Como fazer a instalação das telhas ecológicas!!

Conheça o processo adequado para a colocação das telhas Onduline


Do que adianta ter um telhado bonito se ele está instalado de forma incorreta gerando goteiras e vazamentos? A Onduline, multinacional francesa fabricante de telhas onduladas de fibra vegetal, oferece uma solução completa para telhados e um guia para auxiliar os profissionais da área telhadista na instalação do produto.

A instalação das telhas Onduline é simples e rápida. Começa com a verificação da inclinação, que é recomendada em 27%, e nunca menor do que 18%, para um melhor conforto térmico. Para calcular a inclinação de 27%, basta levantar 27 cm a cada metro.



Telha

Telha Onduline Clássica

As telhas Onduline estão disponíveis nas versões Clássica, Design Duo, Design 500 Duo e Onduvilla. Todas possuem os diferenciais de serem coloridas, ecologicamente corretas, econômicas, resistentes à ação dos raios UV e possuírem 15 anos de garantia de impermeabilização.

Um dado importante e que deve ser levado em consideração antes da instalação, é o espaçamento. A distância entre os ripões deverá ser de 45 cm (eixo) e de 1 m (eixo) entre os caibros. A estrutura do telhado, as bitolas e madeiramento, devem ser dimensionados de acordo com a norma vigente.

O desencontro das telhas no momento da montagem é essencial, pois evita que as bordas levantem com o vento. Lembrando que o lado da telha com a marca Onduline deve sempre ser voltado para cima e para a cumeeira, de forma a ser recoberto pela telha subsequente.

cumeira

Cumeeiras

A Cumeeira Onduline ajuda na vedação com seu sistema de encaixe de frisos em alto relevo, que propicia uma instalação exata e fácil, garantindo segurança no momento da construção dos telhados.



kit de fixação

Kit de fixação com parafusos

Para fixar às telhas, a empresa possui pregos, parafusos e anilhas para vedar as fixações, assim à água da chuva não entra. Como as telhas são muito leves há necessidade de se utilizar 20 fixadores por telha, seguindo o desenho apresentado que está presente no guia de instalação. O beiral pode ser de qualquer tamanho, desde que o madeiramento seja estendido, deixando um balanço de, no máximo, 7 cm do final do último ripão até o fim da telha.



onduclair

Telha transparente Onduclair

clarabóia

Clarabóia

Para quem pretende manter o ambiente arejado ou iluminado, pode aproveitar o momento da reforma ou construção do telhado para colocar acessórios como a Clarabóia ou a telha transparente de policarbonato Onduclair.

Além desses produtos, a Onduline oferece uma série de acessórios para suprir com eficiência todas as necessidades do mercado de construções leves, como o espigão e a passarinheira.

Sobre a Onduline

Criada em 1950 na França, o Grupo Ondulineo maior fabricante de telhas de fibra vegetal do mundo – nasceu com o objetivo de suprir a necessidade do mercado por uma telha mais leve, resistente, flexível e durável.

A empresa atua na indústria de construção civil com produtos sustentáveis dentro do seu processo de produção, utilizando recursos que são reciclados e reaproveitados. Na fábrica, por exemplo, o consumo total de energia é de 2,8 kwhpor m² de telha (energia elétrica e gás natural). A água é reaproveitada, pois o circuito é fechado, havendo apenas a reposição do que é evaporado.

Hoje, a Onduline possui 40 filiais internacionais e 10 fábricas em funcionamento em vários países, como França, Itália, Malásia, Turquia, Espanha, Polônia, Brasil, Estados Unidos e Rússia. Seus produtos são comercializados em mais de cem países, o que significa presença em 85% de participação nas vendas mundiais.

A fábrica brasileira da Onduline foi inaugurada em Juiz de Fora em maio de 2006. O objetivo era trazer ao mercado brasileiro uma telha leve e ecológica.

O Grupo Onduline prioriza questões fundamentais como design, meio ambiente, eficiência e versatilidade. Por isso, é muito mais do que uma simples marca de telhas. É a marca da inovação em cobertura, sem deixar de lado a questão da sustentabilidade. A empresa oferece soluções completas, tanto para novos projetos quanto para reformas, sub e sobre coberturas de telhados.
 
 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Assentamento de Tijolos Com Face Aparente


TÉCNICAS DE EXECUÇÃO

 
Antes de iniciar o assentamento de tijolo numa parede, deve proceder á regularização da base(nivelamento do arranque), devendo para isso,obter o nível de trabalho, geralmente colocado na obra a 1 metro de altura, depois de efetuados os descontos necessários á camada prevista para o pavimento.Depois de executar estas verificações, deve marcar a implantação da parede de acordo com o projeto fornecido. As marcações devem ser efetuadas sobre um pequeno revestimento de argamassa da mesma da que vai assentar os tijolos e executadas com o bico da colher e o auxílio de uma régua.

Em seguida deve distribuir os tijolos na marcação de forma a que possa prever onde e com que medida terá que executar os cortes que eventualmente sejam necessários e a permitir um enquadramento estético aceitável.O assentamento começa-se por assentar um tijolo inteiro em cada extremo da parede, (caso esta não termine com cortes nos extremos) se isso acontecer assentam-se estes.Estas peças devem ser cuidadosamente assentes aprumadas alinhadas com as marcações e niveladas.

Em seguida fixa o fio de alinhamento e assenta todos os restantes tijolos que compõem a fiada, deixando sempre o espaço para a junta vertical, que deve ser obtida recorrendo a uma bitola de madeira de 1centímetro de espessura. Depois preenche as juntas com argamassa da mesma da do assentamento. Depois, assenta os tijolos correspondestes ao inicio da 2ª fiada, em cada um dos extremos devidamente aprumados e nivelados e verificados com uma bitola de madeira de que se deve munir e na qual deve marcar as alturas dos tijolos a assentar, contando com a espessura das juntas e dos tijolos.Deve esticar o fio de alinhamento, usando dois esticadores de fio, e proceder ao assentamento dos restantes tijolos e preenchimento das juntas.

Para o assentamento da terceira fiada, repete o processo usado para a primeira fiada. Tendo sempre em atenção as juntas verticais para que estas concordem em todas as fiadas alternadas.Para o assentamento da 4ª fiada, repete o assentamento da 2ª fiada.Á medida que vai executando o assentamento, vai limpando os tijolos com um pincel de cerdas de nylon e bastante água limpa, para que as argamassas do assentamento e os escorrimentos não venham a manchar os tijolos da parede.
 
Deve ir repetindo todo o processo tendo o cuidado de que as fiadas impares sejam concordantes com todas as impares e as pares com todas as pares. Controlando sempre as espessuras das juntas quer verticais quer horizontais, usando a bitola de marcação.Deve ainda ir afundando as juntas com o bico da colher para mais tarde as poder tratar, com argamassa de areia fina ao mesmo traço dosado no assentamento.Para o assentamento vai precisar de 52 tijolos 23x11x7 e de 22,7 litros de argamassa para assentamento por m2.

 
RECOMENDAÇÕES DE UTILIZAÇÃO E APLICAÇÃO
 
Paletes

A descarga das paletes deve efetuar-se com cuidado para que não haja contato entre elas e se possível, serem logo colocadas no local de consumo.

Se não forem utilizadas imediatamente, após a sua recepção, as paletes devem ser acondicionadas em local limpo e seco.

A palete deve desfazer-se por degraus para permitira melhor mistura dos tijolos.

Se recolher os tijolos de várias paletes, obtém-se uma maior uniformidade das fachadas.


Argamassas
 

O traço da argamassa não deve ser superior a 1:5 (cimento Portland e areia).
Para evitar escorrimentos que sujem a fachada, deve utilizar a argamassa com o mais baixo teor possível de água, que deve ser potável. Nunca deve utilizar águas salinizadas.
Aconselha-se o uso de cal hidráulica ou cal viva apagada, quando a relação em volume de cimento e areia for inferior a 1.4. deve proceder-se ao ensaio em obra, antes do início da aplicação da argamassa.Quando se utilizam aditivos (plastificantes, indutores de ar, corantes, hidrófugos) deve executar-se um murete de prova, para conhecer a interação da argamassa aditivada com o tijolo de face aparente.
 
Juntas e aparelho


O assentamento de tijolos, para qualquer espessura de parede, deve ser realizado de modo que as juntas verticais e horizontais (no caso de paredes com espessura superior a uma vez) fiquem desencontradas a pelo menos 1/3 do comprimento do tijolo (“matar a junta”).



As juntas, com espessura final de cerca de 10 mm, devem serrealizadas com argamassas pouco consistentes, de modo a preencher completamente o intervalo entre os tijolos.
 
Assentamento
 
O assentamento de tijolos deve verificar as seguintes condições:
Cada tijolo deve ser assente sobre o leito de argamassa colocada na fia inferior (junta horizontal) levando no seu topo uma “chapada” de argamassa distribuída à colher (junta vertical).
O tijolo deve ser ligeiramente carregado, esfregado e percutido pelo maço (ou cabo da colher) de modo a que a argamassa possa refluir pelas juntas. Esta argamassa excedente é imediatamente retirada da face do tijolo (raspada com a colher)e aproveitada para o assentamento do tijolo seguinte.
Durante o assentamento, deve ser permanentemente controlado o acabamento das juntas na face oposta à face de trabalho do operário, de modo a recolher a argamassa em excesso que reflui das juntas, garantindo, deste modo, o desempeno dessa superfície.

O espalhamento da argamassa na junta horizontal,criando o leito de assentamento.
Pode abranger, de cada vez, o comprimento de um ou mais tijolos, dependendo do ritmo de aplicação e das condições climáticas.
Com o tempo seco severo é preferível a aplicação da argamassa tijolo a tijolo, para evitar a sua dessecação precoce e a diminuição de trabalhabilidade.
O fecho superior das paredes contra a laje ou viga deve ser feito alguns dias depois (como já referido).
Após cada dia de trabalho as paredes devem ser protegidas com filme plástico para evitar uma secagem demasiado rápida ou para as resguardar da chuva.
 
Tipos de Assentamento de Tijolos
 


 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Correção do Posicionamento

 
Qualquer erro no posicionamento inicial do tijolo que não possa ser corrigido com ligeira percussão deve ser corrigido mediante o levantamento do tijolo, retirando completamente a argamassa das juntas e tornando a executar a operação com argamassa fresca.
A tentativa de bascular o tijolo em torno do seu eixo longitudinal, para obter a verticalidade, ou eventual percussão acidental depois do assentamento, conduzem com frequência ao abaulamento transversal da junta da argamassa, reduzindo o desempenho da junta (resistência, isolamento térmico e acústico, resistência à passagem da água,etc.).
 
Medidas de segurança na execução de alvenarias.
 
É necessário levar a cabo um conjunto de ações destinadas à prevenção e proteção dos trabalhadores, através da diminuição da probabilidade de ocorrência e da atenuação dos efeitos dos acidentes que possam vir a ocorrer.
As ações a em prender para a prevenção de riscos compreendem a preparação de um conjunto de planos a nível do empreendimento: o plano de prevenção de riscos, plano de inspeções e o plano de registro de acidentes e índices de sinistralidade.
Estes diversos planos devem fazer parte de um documento que reúne todas as informações e indicações relevantes em matéria de segurança e saúde (Plano de Segurança e Saúde do Empreendimento).
 
Riscos e correspondentes ações de prevenção
 
Após a realização da estrutura, deve proceder-se ao fecho vertical do edifício por intermédio das paredes assentes sobre as lajes que constituem a envolvente exterior.
A execução destas paredes aumenta as condições de comodidade e segurança e constitui, ela própria, uma medida de proteção coletiva contra os riscos de queda em altura e queda de objetos,dispensando a utilização de guarda corpos e rodapés.
São obrigatórios os equipamentos de proteção individual e devem ser utilizados em todas as circunstâncias.