quarta-feira, 3 de setembro de 2014





Quer regularizar seu imóvel??? 
Obter escritura??? entre em contato conosco: 
Email: josecssjr@hotmail.com
Tel: 79 98905292 - utilizamos Whatsapp também!!!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Vazamentos entre apartamentos

De quem é a responsabilidade do reparo e como proceder




Problemas de infiltrações ou vazamentos costumam gerar muita confusão em condomínios.
Geralmente, quando há problemas de encanamento em um apartamento e os reflexos são sentidos na unidade do andar de baixo, o embate é na hora de providenciar o reparo e, lógicamente, pagar a conta.
Os edifícios têm duas redes de encanamento: a horizontal e a vertical (também chamada de coluna principal).
Rede vertical (coluna)Rede horizontal
Conduz água e esgoto entre rua e andaresLiga coluna e unidade
Uso geralUso particular
Responsabilidade do CondomínioResponsabilidade da Unidade
  • A rede vertical conduz água e esgoto por todos os andares. É de uso comum, portanto, de total responsabilidade do Condomínio_ inclusive obras realizadas nos apartamentos, em virtude de problemas nesta rede. 
     
  •  A rede horizontal comporta os canos que servem às unidades, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma. As unidades ficam responsáveis pelos reparos e danos aí ocorridos. 
     
  • Se há um vazamento no teto do banheiro, em virtude de problemas na rede horizontal, o responsável pelo reparo é o morador da unidade de cima, com todos os custos.

COMO PROCEDER

Muitas vezes o condômino prejudicado procura o síndico para resolver a questão. Nesse caso, como não cabe ao síndico esta responsabilidade, oriente o morador reclamante para que tente, primeiramente, resolver a questão de forma amigável.
Caso o vizinho não demonstre boa vontade, ou se recuse a efetuar os reparos, recomenda-se então formalizar o comunicado através de uma notificação em duas vias impressas. Deve-se pedir que o notificado assine uma das vias, mostrando que está ciente do problema.
Se, mesmo assim, o vizinho de cima se recusar a tomar as providências necessárias, a parte prejudicada pode entrar com uma ação no Juizado Especial Cível. Pode-se obter liminar para efetuar os reparos, além de possível indenização.
Nesses casos que vão parar na Justiça, normalmente se solicita a presença de um perito para avaliar se o vazamento ou infiltração foi mesmo decorrente do apartamento de cima. Comprovado o fato, dificilmente o juiz se pronunciará contrário à indenização.

MODELO DE CARTA

Cidade_____,  XX de __________ de 20___

NOTIFICAÇÃO
Eu, _____________, morador do apartamento ______ deste edifício, venho informar-lhe que um vazamento, proveniente de sua unidade habitacional, está causando infiltrações em meu apartamento. Desta forma, solicito que faça a manutenção necessária e providencie também os reparos necessários pelos danos causados no teto, parede, etc..._______ (especificar em que parte do apartamento houve o dano) da minha residência.
Desde já, adianto que a Justiça entende que quando há vazamentos nas instalações horizontais, a responsabilidade pela manutenção é do condômino, bem como o reparo de qualquer dano que o vazamento possa ter causado em outras unidades.
A contar o dia de recebimento desta notificação, está fixado o prazo de 10 dias úteis para que providências sejam tomadas (esse é o prazo que costuma ser dado, mas pode ser negociado).
Caso não seja realizado o reparo no prazo combinado, a Justiça poderá ser acionada.
Sem mais para o momento,
Cidade, _______, de, ____________, de 20___
RG _________________________
CPF _______________________
Apto.: _____________________
Condomínio: ________________
Fonte:http://www.sindiconet.com.br/

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Como consertar torneira / chuveiro com vazamento



Uma torneira pingando é sempre irritante, e ainda mais se acontecer de ser sua torneira do chuveiro do banheiro. Resultados não só a constante "goteira pinga-pinga" em desperdício de água preciosa, mas que pode causar um grande desconforto nos momentos em que você precisa no chão do banheiro para ser agradável e seco. Então, está substituindo a torneira do chuveiro, a única solução? Não é verdade. Você pode primeiro tentar resolver o chuveiro torneira pingando que na maioria dos casos, não resolve o problema. Aqui está como consertar um chuveiro torneira vazando.

A fixação de um chuveiro torneira com vazamento

O seguinte é a lista de material de canalização que você precisa consertar uma torneira vazando chuveiro:

* Um par de alicates

* Um conjunto de chaves de fenda

* Um pedaço de pano seco ou um pano

* Chave ajustável

* Os arruelas

* Faca de bolso

* Selante

* O-rings

* Graxa

* Os cartuchos

Depois de ter todo o material acima em mãos, você pode começar com o vazamento de fixação processo.

Instructions1. Em primeiro lugar, cortar o fornecimento de água para o chuveiro. Se você não conseguir localizar o botão para que o tubo de água particular, não importa. Cortar o fornecimento de água principal em vez.

2. Uma vez que você desligar o abastecimento de água, abrir a torneira do chuveiro e deixe a água restante no tubo de drenagem para fora através da cabeça de chuveiro. Depois de toda a água foi drenada para fora, você pode passar para a próxima etapa.

3. Agora você precisa remover o manípulo da torneira. Todos torneiras tem um parafuso, que pode ser superficial ou dissimuladas. Olhe ao redor e localize o parafuso alça. Usando a chave ajustável, gentilmente desapertar a torneira. Prender a ponta da chave com alguma fita adesiva pode contribuir para proteger a torneira do desenvolvimento de marcas de arranhões.
  
4. Depois de ter removido o cabo, inspecioná-lo cuidadosamente. Use o pano seco para limpar o interior da alça e remover todos os vestígios de sujeira acumulada e sujeira.

5. Agora inspecionar o interior da torneira. Na maioria dos casos, o vazamento é causada devido a:

* Desgastado anilhas de borracha

* Desgastado O-rings

* Válvulas soltas

* Desgastado rosqueamento

* Larga escala desgaste dos componentes internos.

6. Vamos dar uma olhada em todos esses fatores possíveis, um por um. Primeiro inspecionar a válvula. Se você encontrá-lo um pouco solto, tente apertá-lo com a ajuda de um alicate. Volte a ligar a torneira, aperte-o e testar a torneira. Se o vazamento parou, seu trabalho está feito, então passar para a próxima etapa.
 


7. Inspecione o anel de borracha. De qualquer experiência encanamento pouco que eu tenho, eu tenho visto que a maioria dos vazamentos de torneiras são causados
​​por anilhas desgastadas e fios. Basta olhar para a máquina de lavar se lhe dará uma boa idéia se ele está em boas condições ou não. Substituir a anilha desgastado por um novo do mesmo tamanho e espessura.

8. Se você achar que o segmento tem afrouxado ou está desgastado, removê-lo e substituí-la por tópicos encanamento regulares. Certifique-se de envolvê-la firmemente ao redor do tronco ou então ele pode se envolver com alguns outros componentes internos.

9. Em seguida, você deve examinar o O-ring. Substitua-o por um novo se ele aparece desgastado.

10. Para a boa medida, aplicar uma demão de selante sobre as roscas da válvula, enquanto colocá-lo de volta no lugar. Além disso, aplicar uma fina camada de graxa ou vaselina sobre os tópicos de a torneira antes de atarraxar-lo novamente.

11. Esperar durante cerca de uma hora ou menos, de modo que o vedante fica tempo suficiente para secar. Ligue o chuveiro e inspecionar se o vazamento ainda persiste. Se você achar que ainda há um pouco de fuga, é aconselhável que você ter a ajuda de um encanador profissional para reparos posteriores.

Essas foram algumas dicas para consertar uma torneira vazando chuveiro. Independentemente de você ter um identificador único ou de dois chuveiro torneira punho, o processo básico continua o mesmo
Fonte: http://ajustarrapida.blogspot.com.br

Cuidados com o Porcelanato


 
Cuidados com o Porcelanato

O porcelanato é um tipo de revestimento cerâmico formado por materiais nobres através de um processo de compactação superior ao da cerâmica tradicional. A escolha desse tipo de piso vem se conquistando o público graças à uniformidade de coloração, absorção de água quase nula e grande resistência à manchas e riscos. Lembre-se, quem opta  por porcelanato, deve tomar alguns cuidados para mantê-lo sempre bonito e brilhante.


 Para limpá-lo, utilize uma vassoura de pelo e depois passe um pano de chão molhado com a solução de uma colher (de sopa) de detergente neutro ou sabão de coco líquido diluído em um balde de água (cinco litros). Nunca utilize sabão em pó. Essa quantidade de detergente é suficiente para retirar a oleosidade e a sujeira, sem deixar o piso de porcelanato opaco. Passe um pano molhado e seque totalmente o revestimento com um pano macio para manter o brilho.


 Os porcelanatos com tecnologia antiga, que não são polidos, podem apresentar algumas manchas e podem riscar, para que isso não ocorra, sugere-se que seja aplicado no piso, logo após a colocação, um selador. O selador é um líquido próprio para porcelanato que impede riscos e manchas e deve ser reaplicado, em média, a cada seis meses.

 


Embora seja altamente resistente, o porcelanato não tolera o uso de substâncias abrasivas, pois danificam o esmalte e o rejunte, tornando sua superfície porosa, mais suscetível a manchas. Portanto, não utilize: sabão em pó; ceras e produtos para realçar o brilho; escovas abrasivas; qualquer espécie de ácido; Aguarrás, água sanitária ou acetona e soda cáustica.
 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Execução do Piso Intertravado



Execução do piso Intertravado.

Estas sugestões destinam-se a fazer você ter uma ideia da obra, têm como objetivo servir de apoio às obras de pavimentação com blocos pré-moldados de concreto.

Não substituem e nem dispensam o projeto de pavimentação que deverá ter, no mínimo, o dimensionamento do pavimento para as condições dadas e as especificações de materiais e execução.
 

Confeccionar os blocos

Confeccionar os blocos para piso de concreto com a adição de 1 parte de Pó Xadrez para cada 5 partes de cimento durante a homogeneização da massa, confeccionar o piso nas formas e dar a cura antes de aplicá-lo.

Na hora da compra repare na  qualidade e faça o teste do som

Pegue duas pecas e bata uma contra a outra.
As peças compactas (resistentes) produzem sons mais estridentes(som metálico).

Já as peças fracas, porosas, produzem sons suaves (sons chocos).

Espessura das peças de concreto

: recomendações (PCA)

• 60 mm para tráfego leve
• 80 mm para tráfego de veículos comerciais e outros veículos pesados
• 100 mm ou 120 mm para situações de tráfego muito pesado

Niveis

Os confinamentos podem estar no nível da superfície do pavimento ou acima dele.

A condição ideal é que o confinamento seja de parede vertical no contato com os blocos intertravados. Deverão ser de concreto de boa qualidade e bem acabados.

Por essa razão, é desejável que sejam pré-moldados ou moldados no local, devendo ser normalmente fabricados com concreto de resistência característica à compressão simples (fcK), medida aos 28 dias de idade, igual ou superior a 25 MPa.


   
Colocação de confinamento externo (meio-fio)

Devem estar firmes, sem que corram o risco de desalinhamento, e com altura suficiente para que penetrem na camada de base.

Quando o confinamento interno estiver junto a um dispositivo de drenagem do pavimento, deverão ter paredes drenantes, ou seja, atravessadas por tubos de 12 mm de diâmetro a cada 25 cm, colocados ao nível da camada de areia de assentamento dos blocos, tomando-se o cuidado de protegê-los com uma manta para evitar a fuga da areia.
 
 
Confinamento


O pavimento intertravado deverá obrigatoriamente ter contenções laterais que evitem o deslizamento dos blocos, seja pelos procedimentos de compactação durante a construção seja pelo tráfego durante sua vida útil, mantendo a continuidade da camada de blocos de concreto evitando a separação entre eles e a perda do intertravamento.

O confinamento é, portanto, parte fundamental do pavimento intertravado.

Há dois tipos de confinamento:
o externo, que rodeia o pavimento em seu perímetro (normalmente sarjetas e meios-fios) e o interno, que rodeia as estruturas que se encontram dentro dele (bocas de- lobo, canaletas, jardins etc).

Devem ser construídos antes do lançamento da camada de areia de assentamento dos blocos de concreto, de maneira a colocar a areia e os blocos dentro de uma “caixa”, cujo fundo é a superfície compactada da base e as paredes são as estruturas de confinamento.
Encontro do pavimento intertravado



No encontro do pavimento intertravado com outro tipo de pavimento ou com uma via sem pavimentação, deverá ser construída uma viga de confinamento, de concreto, com largura mínima de 15 cm e altura suficiente para penetrar, no mínimo, 20 cm abaixo da camada de areia de assentamento dos blocos.

No caso de construção do pavimento por faixas, devem-se construir confinamentos longitudinais que podem ser definitivos ou provisórios.

Os definitivos terão as mesmas características das vigas de concreto construídas nos encontros com outros tipos de pavimentos; os provisórios poderão ser constituídos por um caibro de madeira rígido ou perfil de aço, que vai sendo retirado à medida que a colocação dos blocos avança.

 Vídeo de execução de Piso intertravado no link abaixo:
Fonte: www.fazfacil.com.br

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Como Construir Escadas

Escada helicoidal na Residência Olivo Gomes (1949), de Rino Levi, em São José dos Campos (SP).  Para calcular a escada, é preciso considerar a altura e comprimento dos degraus           Escada helicoidal na Residência Olivo Gomes (1949), de Rino Levi, em São José dos Campos (SP). Para calcular a escada, é preciso considerar a altura e comprimento dos degraus


As escadas são elementos construídos com a finalidade de ligar locais com diferenças de níveis. Certamente estão entre os elementos mais antigos das construções e diariamente temos de lidar com elas. As escadas podem ser feitas de vários materiais diferentes e apresentar inúmeros formatos. Podem ser compostas de alguns poucos degraus ou ligar diversos andares de um prédio, por exemplo.
Para começarmos a entender como funcionam as escadas, primeiramente devemos nomear as suas partes. As escadas são compostas por degraus. Cada degrau é composto pelo piso (ou passo, ou, ainda, pisada), a parte plana onde pisamos, e pelo espelho, a parte vertical. As ditas escadas vazadas são destituídas desse elemento vertical entre um piso e outro e, dessa forma, é possível ver através delas. Ainda assim, a distância entre cada degrau é chamada de espelho.

Pisos e espelhos

A importância de se entender o que é piso e o que é espelho está no fato de que as escadas devem ser calculadas na fase do projeto de qualquer construção e, para isso, devemos dividir a diferença de nível entre os andares que a escada ligará pela altura do espelho. O resultado da conta é o número de degraus que a escada terá.
Os códigos de obra das cidades versam sobre o assunto, mas podemos destacar algumas medidas básicas para construir uma escada confortável.
Largura – a não ser em casos muito específicos, uma escada com menos de 80 cm pode ser muito estreita e de difícil circulação. Principalmente se ela estiver entre duas paredes altas. A partir de 90 cm as escadas se tornam confortáveis. A partir de 1,20 m de largura duas pessoas podem usar a escada juntas.
Patamares – os patamares são os momentos em que o ritmo dos degraus é interrompido. Isso geralmente acontece quando há uma mudança de direção, como nas escadas em “L”, ou em forma de “U”. Nestes casos, recomenda-se que o patamar tenha pelo menos a mesma largura da escada para não prejudicar a passada. Os patamares podem surgir ainda como forma de descanso em escadas muito longas. Nesse caso, o cálculo deve prever a medida de um número inteiro de passos no patamar para que a escada seja, de fato, confortável. Em determinados locais proíbe-se a construção de escadas com mais de 17 degraus sem um patamar intermediário.
Altura do espelho – uma altura confortável para o espelho é de cerca de 10% da altura das pessoas, ou seja, entre 16,5 cm e 18 cm em média.
Comprimento do piso: Não deve ser inferior a 25 cm para que os nossos pés caibam confortavelmente e o ideal é que fique entre 27 cm e 30 cm.

Fórmula infalível

Existe uma fórmula bastante útil para calcularmos as escadas:
2 x Espelho + Pisada = 64 cm ou 65 cm
Como exemplo, temos uma escada ideal com espelho de 18 cm e pisada de 28 cm. Assim: 2 x 18 + 28 = 64.
Podemos então notar que quanto menor for o espelho, maior deverá ser o piso e vice-versa. A questão é que esta fórmula está ligada ao tamanho médio de um passo das pessoas. Admitem-se variações dessas medidas, mesmo porque as pessoas não têm o mesmo tamanho, mas quanto mais distante dessa fórmula ideal, maior é a probabilidade das pessoas muito altas ou muito baixas se sentirem desconfortáveis.
Todos os degraus de uma escada devem estar equidistantes uns dos outros, ou seja, os espelhos devem ter sempre a mesma altura sob pena de se tropeçar ao subir ou ao descer. Nosso cérebro se acostuma com a altura dos primeiros degraus e se programa para os próximos. É por isso que conseguimos subir ou descer uma escada no escuro sem tropeçarmos.
Devemos ainda lembrar que uma questão importante ao falarmos de escadas é a segurança. Escadas com pisos muito estreitos, com degraus de alturas variáveis ou com revestimentos escorregadios podem provocar acidentes. Outro fator importante é o uso de guarda-corpos e corrimãos. Apesar de poderem ser prescindidos em casos específicos, auxiliam bastante no equilíbrio e aumentam a segurança.
É importante notar que mais do que um mero elemento de ligação entre dois níveis distintos de uma construção, as escadas podem ser elementos escultóricos ou decorativos. Cada espaço pede uma solução específica e no próximo artigo falaremos dos diversos formatos possíveis de escada, bem como dos materiais que podem ser empregados na sua construção
 
Fonte:http://casaeimoveis.uol.com.br

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Saiba o percentual de gastos em cada etapa da obra

Saiba o percentual de gastos em cada etapa da obra

 
A utilização da tabela de gastos em percentual de cada etapa da obra proporciona um meio que auxilia no controle das contas e uma forma de administrar melhor o dinheiro. Os valores de referência têm base em um projeto arquitetônico de padrão normal, feita de estrutura de concreto armado, alvenaria e algumas diferenças nos acabamentos.
Os valores da amostragem sofrem variação de acordo como o tipo de projeto arquitetônico, estrutural, acabamentos e desnível do terreno. Estas porcentagens são influenciadas por algumas diferenças, pois com alteração de algum tipo de elemento no material de construção ou do projeto, pode haver uma grande diferença em gasto na etapa.
Com o auxílio de uma tabela, pode-se controlar de forma mais efetiva, como os gastos da construção estão sendo investidos no decorrer das etapas da obra. Esta tabela proporciona a criação de um plano de controle de gastos conforme o cronograma da obra e ajuda na adequação ao dinheiro disponível para o empreendimento.
Percentual de gastos em cada etapa da obra
EtapasVariação
1. Projetos e aprovações5 a 12%
2. Serviços preliminares2 a 4%
3. Fundações3 a 7%
4. Estrutura14 a 22%
5. Alvenaria2 a 5%
6. Cobertura4 a 8%
7. Instalação hidráulica7 a 11%
8. Instalação elétrica5 a 7%
9. Impermeabilização/isolamento térmico2 a 4%
10. Esquadrias4 a 10%
11. Revestimento/acabamentos15 a 32%
12. Vidros1 a 2,5%
13. Pintura4 a 6%
14. Serviços completares0,5 a 1%
A tabela não inclui porcentagem referente à mão de obra, pois tem reajustes constantes não podendo ser mensurados com precisão.
Fonte:http://www.monteseuprojeto.com.br

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Dicas para fazer textura em parede.


A texturização em paredes está se tornando cada vez mais comuns, além de bonitas, criativas, fáceis de fazer, elas são também baratas.
A textura oferece diversas opções de combinação, sem contar que “cai bem” com qualquer ambiente, desde um quarto até uma parede de escola.
É muito comum entrarmos em uma casa e depararmos com uma ou duas paredes com textura, mas para quem não quer todas as paredes com esse efeito existe a opção de trabalhar apenas uma parede da sala, do quarto. Você pode fazer a textura do jeito que quiser, na cor que quiser, e no formato que quiser, basta usar a imaginação.
Para quem pensa que é um bicho de sete cabeças fazer a texturização, está muito enganado. As ferramentas usadas são facilmente encontradas nas lojas de material para construção ou tintas.
Se você não dispões de dinheiro para contratar um profissional para fazer a textura da sua parede, você mesmo pode comprar o material e fazer o trabalho. Aqui você vai encontrar o passo a passo para fazer textura em paredes.
textura2 Passo a Passo para Fazer Textura em Paredes
A textura destaca o ambiente

Passo a passo da textura:

1 – Remova as partes soltas ou mal aderidas da parede, lixando e escovando a superfície;
2 – Após lixar, elimine o pó com pano levemente umedecido. Em seguida aplique uma demão de Eucatex Fundo Preparador de Paredes;
3 – Aplique o Eucatex Acrílica Riscadas em áreas de aproximadamente 2 metros quadrados, com uma desempenadeira de aço.
Deixe uma camada uniforme de textura;
4 – Para criar o efeito riscado da textura, use uma empenadeira de plástico, fazendo alguns movimentos horizontais e verticais;
5 – Após secar totalmente a textura, o que demora, em média, 24 horas, a superfície estará pronta para receber uma demão de Eucatex Gel Envelhecedor diluída em água, conforme recomendação da embalagem;
6 – Para aplicar o gel faça faixas de 40 cm, utilizando um rolo de lã.
Observação: não aplique em faixas maiores para evitar que a secagem dificulte a criação do efeito desejado;
7 – Com um tecido umedecido e limpo, retire o excesso de gel, deixando as depressões com maior quantidade de produto.
Use tecidos de algodão, pois eles soltam menos pêlo;
8 – O excesso de texturas em todas as paredes internas deixa o ambiente sem equilíbrio.
Escolha uma ou duas paredes para aplicar a textura e nas demais utilize um acabamento sofisticado e elegante.
Agora que você já sabe o que precisa para fazer a textura de suas paredes, mãos a massa.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Reboco de parede


 

Camada de revestimento utilizada para cobrimento do emboço, propiciando uma superfície que permita receber o revestimento decorativo ou que se constitua no acabamento final.
O reboco (acredita-se que do árabe “rabuq”) é um tipo de argamassa com que se alisam as paredes, preparando-a para receber a cal ou a pintura.
Em cerâmica, também denomina a substância com que se reveste o interior de um vaso, impermeabilizando-o.
Mais recentemente, os revestimentos exteriores dos edifícios têm sido objecto de grandes inovações.
Entre elas existe o reboco térmico pelo exterior que visa eliminar as pontes térmicas formadas pela existências dos elementos estruturais, tais como pilares e vigas.
O reboco dá proteção externa às paredes, sejam elas de que material forem – tijolo comum, tijolo furado, bloco de concreto, etc – evitando infiltrações da chuva que porventura possam vir a prejudicar a vida útil do material e o aparecimento de mofo por exemplo.

Caraceristicas

O reboco, ou emboço como preferem alguns, é o revestimento que irá determinar o acabamento de uma obra.
Os rebocos só deverão ser executados depois da colocação de peitoris e caixões de portas e janelas.
A espessura do reboco não deve ultrapassar a 10 mm.
Deverá ser executado com argamassa 1:2:6 cimento, caulim e areia fina, devidamente camurçado.

Por que toda essa importância dada ao reboco?

Porque é ele quem esconde todos os defeitos (erros) que comumente aparecem no levantamento das alvenarias.
Experiências mostram que o traço (receita) mais indicado para rebocos externos e/ou internos é 1:2:9 (cimento:cal: areia média lavada) + aditivo impermeabilizante no caso das paredes externas.
Recomenda-se que o primeiro item a ser levado em conta, não seja o preço mas sim a origem e qualidade da areia.
Não devemos esquecer que o barato sai caro, principalmente na questão dos rebocos. Quem já teve que refazer rebocos por causa desses defeitos, sabe muito bem o transtorno que é. E quanto custa.
Ele serve também para dar proteção externa às paredes, sejam elas de que material forem – tijolo comum, tijolo furado, bloco de concreto, etc – evitando infiltrações da chuva que porventura possam vir a prejudicar a vida útil do material e mesmo prejudicar a saúde do morador.
Em virtude disso é muito importante dar o devido cuidado à execução do reboco. Principalmente na dosagem dos aglomerantes (cimento e/ou cal) e na qualidade dos aglomerados (areia em suas diversas granulometrias).
Um reboco com muito cimento, é um reboco muito rígido, pouco flexível, pouco elástico o que pode vir a causar micro fissuras, dando o aspecto de mapas. É preciso saber dosá-lo para evitar essa patologia.
Se o reboco tem pouca cal também pode apresentar o mesmo tipo de patologia acima descrita. Daí a necessidade de saber combiná-la adequadamente com o cimento.
A areia usada também influencia na resistência e no aspecto final do reboco. É preciso tomar muito cuidado com as areias saibrosas, que provocam o mesmo tipo de patologia: fissuras do tipo mapas com posterior desagregação da massa. Mas não devemos descuidar-nos das areias lavadas, pois elas necessitam de algum material (aglomerante) que lhes dê suficiente liga a fim de que possam ser utilizadas sem nenhum inconveniente.
Outro item importante é o aditivo utilizado para evitar a penetração da água da chuva, ou seja, o impermeabilizante indicado para essa função.
Esta questão nem sempre é levada a sério e a conseqüência imediata é o aparecimento de manchas de umidade internamente e desagregação do reboco externamente.

Revestimento completo

O revestimento de uma parede é constituído por três camadas (chapisco, emboço e reboco).
- O chapisco é necessário para promover a aderência do emboço, evitando que o mesmo se solte.
- O emboço é a camada de regularização da superfície, não devendo ser superior a 2cm.
- O reboco tem pequena espessura, sendo uma camada fina que serve para preparar a superfície par receber o acabamento final, lixamento, tinta base e pintura.
O chapisco serve neste caso para promover uma melhor ligação entre as partes e evitar o descolamento.
Quanto maior for o contato das argamassas com o substrato de superfície rugosa, melhor será a ancoragem, e portanto, uma boa resistência de aderencia.

Pintura sobre reboco

Antes de iniciar a pintura sobre um reboco novo, aguarde até que o mesmo esteja seco e curado, o que demora cerca de 30 dias.
Se a tinta for aplicada sobre reboco mal curado, provavelmente a pintura descascará, porque a impermeabilidade da tinta dificultará a saída da umidade e as trocas gasosas necessárias à carbonação (cura) do reboco, sem o qual este tende a esfacelar-se sob a película da tinta, causando o descascamento.
Rebocos Fracos (pouco cimento) apresentam superfícies pouco coesas, fato que pode ser verificado ao esfregar-se a mão sobre o reboco, constatando-se a existência de partículas soltas (grãos de areia).
Neste caso, recomenda-se aplicar uma demão de Fundo Preparador de Paredes.
Este produto aumenta a coesão da superfície, fixando as partículas soltas.

O reboco mais comum



Reboco (massa fina). Esta camada deve ser o mais fina possível
- 1 lata de cimento
- 2 latas de cal
- 9 latas de areia fina peneirada
Rendimento por lata de cimento 35 m² parede
Obs: a lata de medida deve ser de 18 litros

Aplicação

1- Aplique uma camada de 3mm a 5mm de espessura, com uma desempenadeira adequada (madeira ou PVC).
2- …o acabamento deve ser feito com o material ainda úmido, o qual deverá ser desempenado com desempenadeira adequada de madeira ou PVC…
3 – …a seguir feltrado (camurçado) com desempenadeira munida de feltro ou espuma de borracha.
 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Como Construir Muros

   PDFImprimirE-mail
Este folheto, desenvolvido e produzido sob orientação da ABCP - Associação Brasileira de Cimento Portland fornece informações úteis para orientá-lo na construção ou reforma de sua casa. Qualquer construção ou reforma exige a participação de um profissional habilitado, responsável pelo projeto e pela execução da obra. Procure a Prefeitura de sua cidade e/ou o CREA, para obter mais informações a respeito.
Muros e Calçadas:
Dica: Comece sempre pela limpeza da faixa onde o muro e a calçada vão ser construídos (retire o lixo, vegetação e solo fraco) e marque a área com piquetes de madeira. O ideal é fazer o muro e a calçada ao mesmo tempo. Faça a fundação do muro e o contrapiso da calçada. Depois, levante o muro e, por fim, faça o piso da calçada.
Importante: Antes de levantar os muros de divisa e fazer a calçada (passeio) da frente do seu terreno, consulte a Prefeitura para saber os alinhamentos corretos e se existem exigências a serem atendidas (altura do muro, largura da calçada).
Os muros podem ser feitos com blocos de concreto de 10 cm x 20 cm x 40 cm.O sistema de placas de concreto pré-moldadas também pode ser usado. Sua execução é rápida.
A construção do muro começa pela abertura da vala da fundação. Sua profundidade vai depender da altura do muro e do tipo de solo do terreno.
Em alguns casos é necessário usar brocas. Os muros de blocos de concreto devem ser subdidivididos em trechos de comprimento máximo de 2,80 m (7 blocos de 40 cm). Entre cada trecho deixe um espaçode 20 cm onde será feito um pilarete de concreto armado,para travamento do muro.
O fundo da vala deve ser bem compactado. Coloque uma base de concreto magro de 5 cm e encha o restante da vala com concreto normal (baldrame).
Dica: Veja a tabela Concreto para fundação.
















Se o muro for de blocos de concreto, deixe no concreto da fundação as pontas de ferro (esperas) para os pilaretes de travamento do muro. Cada pilarete leva 4 barras de ferro de 8 mm de bitola, amarradas com estribos de 6 mm de bitola.
 

 
DICA:
Cada trecho de muro com 2,80 m de comprimento e 2 m de altura precisa de 70 blocos de concreto.
 








Levante os blocos de cada trecho do muro da mesma forma que as paredes da casa . Em seguida, feche os espaços de 20 cm entre os trechos do muro com duas tábuas, que vão funcionar como forma para a concretagem dos pilaretes.

 
Em muros com mais de 2 m de altura é preciso fazer uma cinta de concreto armado, a meia altura do muro, em toda a sua extensão, armada com duas barras de ferro de 8 mm de bitola. Essa cinta pode ser feita com blocos- canaleta.
 

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Construção verde: um sonho possível


Reduzir o impacto ambiental da própria casa é uma ideia que vem ganhando adeptos.

*Revistas Casa Claudia e Arquitetura e Construção

CAPTAÇÃO DE ENERGIA NO CAMPO Em vez de conectar-se à rede elétrica existente, distante 4 km de seu terreno, o engenheiro Tércio Pacitti aproveita o vento para gerar eletricidade em sua casa de campo, em Ouro Fino, no sul de Minas Gerais. O Sol também contribui para a causa. No lote de 22 mil mts, a 1 400 m de altitude, é possível captar até sete horas de radiação solar por dia. “A produção de energia não é constante, varia de acordo com as condições climáticas. Por isso optei pelo sistema híbrido. No verão há mais horas de sol e menos de vento, enquanto no inverno acontece o contrário.

Assim, as duas fontes se complementam”, diz o engenheiro. Preocupado em respeitar o meio ambiente, ele não se importou em encarecer seu orçamento inicial em 30% para instalar duas turbinas eólicas e dez placas fotovoltaicas.

Juntas, elas têm potencial para produzir em média 600 kwh (quilowatt-hora) por mês. É mais do que suficiente: uma família de quatro pessoas consome de 200 a 300 kwh morando no imóvel. Desde que construiu a casa, há dez anos, ele garante que nunca ficou no escuro. “Quando chove, a região fica sem luz, enquanto aqui nunca falta.” Mesmo assim, a família se empenha em economizar: prefere lâmpadas de baixo consumo (24 w) e cuida para não esquecer as luzes acesas.



COMO FUNCIONA Eletricidade fornecida pelo vento: Ela é produzida pela rotação das pás da turbina eólica. Para gerar luz, o vento deve ter uma velocidade minima de 4 m por segundo. “Isso acontece mais facilmente na costa do Ceará, no interior baiano, em alguns lugares de Minas Gerais e no litoral catarinense e gaúcho”, explica Júlio Passos, doutor em engenharia térmica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Energia vinda do Sol: Placas de células de silício – também conhecidas como placas fotovoltaicas – transformam a luz do Sol em energia elétrica, que fica armazenada em baterias. Um inversor converte a energia de corrente contínua para corrente alternada,adequada para eletrodomésticos. Numa casa, o alto investimento inicial demora a se pagar. “O valor equivale a todas as contas de luz durante 30 anos”, compara o engenheiro Ricardo Rüther, professor da UFSC. “Só vale a pena quando for preciso puxar a rede elétrica de um poste a cerca de 3 km de distância”, avalia.

Descubra o potencial eólico de sua região
Atlas do Potencial Eólico Brasileiro e Potencial Energético Solar - Laboratório Solar da Universidade Federal de Santa Catarina -

COLETA DE ÁGUA DA CHUVA NA CIDADE
Essa é uma das várias soluções adotadas na casa da arquiteta paulistana Consuelo Jorge e do marido, o engenheiro Sergio Cordeiro. Entusiasta da união de ecologia e tecnologia, ele frequenta feiras no exterior, adapta equipamentos náuticos para uso doméstico e desenvolve sozinho o que não encontra pronto no mercado. “Tem que ser idealista e um pouco inventor”, afirma.








quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Como Instalar forro de Pvc

 


Providencie os equipamentos. Além dos PVC- luvas, capacete, óculos e protetores auriculares -, as ferramentas e materiais necessários à instalação de forros de PVC são:escada, furadeira, parafusadeira, batedor de nível, serrinha, martelo, estilete, tesoura de aviação, trena, lápis, mangueira de nível, extensão, lixadeira, parafusos e pinos, além de pistola finca-pino (que requer habilitação) ou de furadeira elétrica.
Passo A passo
  • Se o forro for instalado junto ao teto, apenas os perfis transversais às lâminas de forro serão necessários
  • Sendo rebaixado do teto, utilize um espaçamento
  • Em seguida, instale as cantoneiras em todas as paredes do ambiente que será forrado (roda-forro), cortando os cantos em 45 graus – meia esquadria
  • Quando as lâminas forem menores do que o comprimento que será forrado, utilize a emenda para possibilitar a instalação
  • Antes de iniciar a colocação das lâminas de forro, defina a posição das luminárias e equipamentos que serão colocados junto a ele.
  • Recorte a primeira lâmina com comprimento de 1 cm menor que o vão onde o forro será instalado .
  • Inicie a colocação das lâminas de forro observando os seguintes pontos:
  • A face com a identificação do forro deve estar voltada para a cobertura;
  • A lateral “macho” A do encaixe da primeira lâmina deve ser introduzido na cantoneira B (roda forro), permitindo que a borda de fixação fique disponível para ser fixada.
  • Para tramas de sustentação de madeira, utilize pregos de 12 x 12; para estrutura em metalon, utilize rebites ou grampos
  • Para colocar a última lâmina, corte-a com 2cm menor do que o comprimento onde o forro será instalado
  • A largura da última lâmina deverá ter a medida do fundo da cantoneira até o fundo do engate fêmea da lâmina anterior menos 1cm
  • Com o lado cortado voltado para a cantoneira, encaixe as duas extremidades da lâmina nas cantoneiras laterais, mesmo que ela fique sobreposta à lâmina anterior.
  • Encaixe o forro até o final da cantoneira. Com o auxílio de uma chave de fenda, fixe o engate macho no engate fêmea da lâmina anterior

Cuidados que você deve tomar com os forros de PVC.

  1. Deixar sempre uma abertura para que não se forme entre o telhado e forro um bolsão de ar quente, que pode provocar o empenamento.
  2. Deixar também uma abertura quando instalar aparelhos que gerem calor, para que este possa dissipar-se.
  3. Não expor o forro diretamente à luz solar.
  4. Não instalar em locais onde existam agentes químicos que possam emanar gases.
  5. Para limpeza utilizar somente água e sabão.
Fonte:http://lojadorevestimento.wordpress.com

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Jogos de Construir

Para quem gosta de jogos e construção tem um site que faz a fusão dos dois, veja a dica e aproveite para aprender brincando!!!

http://www.jogosdeconstruir.org/

Apropriação de custos na construção civil



A construção civil é por natureza uma atividade que envolve muitos custos, onde facilmente, as médias e grandes construções alcançam um orçamento na casa dos milhões ou bilhões de Reais. Acredita-se que um trabalho de orçamentação bem feito seja suficiente para garantir a previsão de custo de uma obra, fato que não é totalmente verdade, ou seja, o trabalho de orçamentação em si é apenas uma antevisão do custo da obra. Até os engenheiros menos experientes sabem que "custo orçado" é diferente de "custo executado". Situações não previstas no orçamento como, por exemplo, inflação, desperdícios, desvios, queda de produtividade, etc, podem ocorrer no andamento da obra, ocasionando diferenças significativas entre o custo orçado e o custo executado.
A forma mais prática de controlar e comparar os custos da obra é através do trabalho de apropriação de custos, porém, atualmente, são poucas as empresas que realizam este trabalho em suas obras. A apropriação de custos é o método pelo qual a empresa terá controle total dos custos financeiros de um determinado serviço, podendo avaliar ainda o desempenho e produtividade da mão-de-obra, dentre outras coisas.
O termo "apropriação" pode ser definido como a apuração dos serviços executados visando a obtenção e o conhecimento exato das quantidades material / mão-de-obra e dos tempos realmente empregados nos serviços executados, onde as informações colhidas na obra, servem de base para as composições de custo unitário de serviços, análise da produtividade, ajustes e elaboração do cronograma da obra e controle de gastos e prioridades da obra.
Dentre as principais importâncias da apropriação de custos podemos citar:
  • Comparar os valores entre os custos orçados e os apropriados;
  • Determinar os motivos de diferenças e corrigi-los;
  • Avaliar as possíveis alterações no andamento da obra;
  • Comparar com serviços iguais as outras obras;
  • Prever despesas para futuras etapas de serviço;
  • Acompanhar e corrigir o cronograma da obra;
  • Aprovar decisões em tempo hábil;
  • Analisar a produtividade dos operários.
A apropriação de custos, sendo um trabalho de coleta de dados, necessariamente deve seguir uma metodologia, que deve ser adequada ao serviço que está sendo apropriado.
Todas as formas de coleta de dados devem garantir a credibilidade nos dados colhidos e para isso é imprescindível que esta seja feita por um observador treinado para exercer a tarefa, pois qualquer erro ou falha nesta etapa da metodologia proposta, impede que os estudos e análises sejam realizados. Normalmente a coleta de dados é feita através da planilha de produção diária permitindo medir a quantidade de serviço realizada em um período, por um operário dentro de um ciclo de repetição. A coleta de dados também pode ser feita através de filmagens ou observações instantâneas.
Cada serviço tem suas particularidades em relação à metodologia utilizada na apropriação. Antes de iniciar o trabalho de coleta de dados, é necessário aplicar algumas regras a serem minuciosamente seguidas pelos operários durante a execução dos serviços. Essas regras visam facilitar a tarefa da coleta de dados, evitando a confusão de valores e diferenças no método de execução do mesmo serviço na obra. Em outras palavras, é realizada uma padronização da execução de cada serviço.
A metodologia preliminar a ser aplicada consiste basicamente em:
  • Fazer o reconhecimento da área (local) onde será executado o serviço;
  • Se necessário dividir a área do serviço em sub-áreas de modo a facilitar o trabalho de coleta de dados;
  • Fazer o levantamento da área total do serviço ou das sub-áreas, se for o caso;
  • Designar a equipe de trabalho para este serviço;
  • Realizar um trabalho de orientação dos operários quanto ao método executivo do serviço.
Depois de aplicada a metodologia preliminar, o serviço pode ser iniciado e conseqüentemente a coleta de dados referente à produção diária, consumo de materiais e de mão-de-obra. De posse destes dados pode-se comparar continuamente os custos reais empregados neste serviço com os custos orçados, e havendo diferenças, analisar as suas causas e corrigir em tempo.
Os dados coletados no trabalho de apropriação de custos também podem ser utilizados para verificar a produtividade e desempenho de um operário ou de uma equipe, a produção por dia da semana ou por turno, o efeito do aprendizado, a previsão do fim deste serviço, ajustes no cronograma da obra, dentre outras análises.
As empresas que fazem apropriação de custos em suas obras têm a possibilidade de construir um grande banco de dados de composições de custos referentes a seus próprios serviços, mais adequados a sua realidade e a condição dos seus funcionários, resultando assim, em uma orçamentação cada vez mais precisa e sem sustos ao final da obra. As empresas que não têm o hábito de realizar a apropriação de custos dos seus serviços geralmente fazem a orçamentação da obra com base em índices e composições de custos unitários de terceiros, que nem sempre estão dentro da realidade adequada ao mercado local ou da empresa. Neste caso o processo de orçamentação passa a ser uma mera previsão de custos, às vezes pouco precisas.

Márcio Lenin M. de Azevedo é engenheiro civil,
projetista estrutural e,
projetista de softwares científicos para otimização de processos produtivos.


sábado, 6 de outubro de 2012

Instalações Hidrossanitárias

PDFImprimirE-mail

Este folheto, desenvolvido e produzido sob orientação da ABCP - Associação Brasileira de Cimento Portland fornece informações úteis para orientá-lo na construção ou reforma de sua casa. Qualquer construção ou reforma exige a participação de um profissional habilitado, responsável pelo projeto e pela execução da obra. Procure a Prefeitura de sua cidade e/ou o CREA, para obter mais informações a respeito
 
Instalações Hidro-Sanitárias:

Água
Nesta etapa, o ideal é contar com a ajuda de um encanador (bombeiro). Primeiro monte o cavalete para a ligação do medidor de água. As lojas de material de construção têm cavaletes prontos (kits). Em seguida, coloque a caixa d’água no ponto mais alto da casa. Agora faça a ligação do cavalete até a caixa d’água. Não se esqueça de colocar uma bóia com registro, uma saída para limpeza e um ladrão na caixa d’água. Feito isso, desça
com a tubulação da cozinha, do tanque e do banheiro. Lembre-se de colocar um registro na saída dessas tubulações. Para o vaso sanitário,existem vários sistemas de descarga. Pergunte ao encanador (bombeiro) qual é o melhor para a sua casa. Ele também vai saber como deve ser feita a instalação.
 
Esgoto:

Aqui também o ideal é contar com a ajuda de um profissional. Se a sua rua não tiver rede de esgoto, faça uma fossa séptica com sumidouro no local mais baixo do terreno e mais afastado da casa. O vaso sanitário é ligado com um tubo de 100 mm à caixa de inspeção. O ralo sifonado do chuveiro, o tanque, a pia e o lavatório são ligados com tubo de 40 mm.
 




 












Para evitar mau cheiro, faça um respiro, após o ralo sifonado, subindo um tubo de 40 mm até o telhado. A saída da caixa de inspeção para a fossa séptica também é feita com tubo de 100 mm.
 
Louças e metais:
A maioria das lojas de material de construção tem vários tipos de vasos ou bacias sanitárias, lavatórios, pias, tanques, torneiras, sifão e ralos. Siga as instruções do fabricante para colocar as louças e metais. O encanador (bombeiro) também sabe como instalar essas peças.
 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Como Economizar na Construção de uma Nova Casa

Uma construção programada e bem planejada é o maior segredo para se gastar menos. Isso porque os materiais poderão ser comprados com antecedência e o preço da mão-de-obra será fixo. Tenha uma ideia da planta anteriormente e saiba quais e quantos materiais serão usados. Saiba como economizar na construção de uma casa nova.

Para uma boa economia, o terreno correto deve ser escolhido. Prefira os planos, pois será economizado dinheiro para a terraplanagem e com fundações mais profundas. Porém, antes de comprar o terreno, verifique a qualidade do solo com uma empresa de sondagem. Quanto mais resistente for o solo, menos dinheiro será gasto, pois será necessário menos cimento.


No entanto, se você gostou da localização de um terreno acidentado, o arquiteto pode aproveitar os declínios para fazer um projeto aproveitando-os sem a necessidade da terraplanagem.

Para fazer o projeto, o melhor a fazer é contratar um arquiteto ou um engenheiro civil, pois eles saberão exatamente o tipo de material a ser usado e te darão boas dicas para economizar na construção da sua casa nova. Para tanto, você deverá descrever minuciosamente o seu projeto de construir uma casa barata, mas de boa qualidade.

Esteja sempre presente. Revise o projeto com o profissional e, caso haja algo do qual você não tenha gostado, avise-o imediatamente, antes que a construção comece a ser feita.

Quando o projeto estiver definido, uma planilha cronológica deve ser montada. Assim, todos estarão cientes do tempo e do material a ser gasto em cada etapa. O preço de cada fase da obra deve estar especificado na planilha também.

Fique de olho no fluxo de caixa para que não falte dinheiro durante a obra. Guarde todos os recibos e notas fiscais para declarar à receita ou caso haja problemas legais.

Mesmo que os materiais a serem usados ainda não tenham sido escolhidos, a especificação deles deve ser anotada no projeto. Tamanho, forma, cor, classe de abrasão, nível de absorção de água da cerâmica entre outros devem ser anotados para facilitar na hora da compra.

Antes de contratar a mão-de-obra, pesquise com amigos e parentes que já construíram casas ou fizeram reformas se eles não podem lhe indicar bons profissionais. Se puder, veja um trabalho feito por eles.

O arquiteto ou o engenheiro geralmente têm a sua equipe, mas nem sempre sai mais barato. Por isso, pesquise os preços e pechinche até que encontre o menor preço. Se a mão-de-obra for responsabilidade da empreiteira, os encargos trabalhistas estarão por conta dela. No entanto, se a contratação for particular, não se esqueça de recolher o INSS dos trabalhadores ou o acerto terá que ser feito de uma vez, ficando muito caro. Faça um contrato por escrito com os trabalhadores para que não haja problemas no andamento na obra. Determine que a forma de pagamento seja feita de acordo com a produção. Assim, não haverá atrasos na obra.

Na hora de comprar o material de construção, pesquise em várias lojas e peça o orçamento por escrito. Algumas lojas o oferecem por fax ou por e-mail, fazendo com que você economize tempo. Tente encontrar a melhor relação qualidade e preço porque um material barato e de pouca qualidade pode lhe render grandes prejuízos. Inclua o valor do frete no orçamento também



Se tiver algum vizinho construindo ou reformando também, comprem o material juntos, pois quanto maior for a compra, mais desconto será oferecido. Pechinche bastante, pois a economia pode ser muito grande.

Pesquise em lojas de materiais de demolição ou em cemitérios de azulejos. Muito material bom e bonito pode ser encontrado nesses lugares e por preços bem menores. Porém, uma pesquisa deve ser feita, pois nas capitais, esse tipo de material virou moda e está até mais caro que os materiais novos.

Na hora da entrega do material, confira se a quantidade está correta. Compre sempre 10% a mais de material que será usado, pois sempre haverá quebras e consertos.

Sempre acompanhe a obra de perto. Assim, a qualidade da construção será a seu modo e você poderá opinar caso haja algo que não agrade o seu gosto.

.


Agora que você aprendeu algumas dicas de como economizar na construção de uma casa nova, é só pesquisar e começar a sua construção. Mãos à obra!

Fonte: http://www.mundodastribos.com/